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Taxistas de Porto Alegre protestam contra violência. Três assassinados em uma madrugada e outro baleado

 

Centenas de taxistas realizaram um protesto durante a madrugada de sábado (30/3) e domingo (31/3), em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Os profissionais pediram o fim da violência contra a categoria. A revolta pelo assassinato de três companheiros na mesma noite de sábado e mais um baleado, que se encontra no hospital, gerou um protesto na frente da casa do Governador Tarso Genro do PT. 

 

Na madrugada de sábado, os taxistas iniciaram uma manifestação no Largo Zumbi dos Palmares, no bairro Cidade Baixa e chegaram a interditar o trânsito na região da Rodoviária, no centro, para chamar atenção das autoridades por mais segurança.

   

A morte dos três taxistas igualou os números de 2012, quando outros três foram vitimados nas ruas em assaltos ou homicídios. A revolta provocou protestos em frente à casa do governador Tarso Genro (PT). Todos foram mortos enquanto trabalhavam e tiveram seus pertences roubados.

     

Segundo a Folha, por volta de 5h, cerca de cem colegas das vítimas se concentraram em frente ao Palácio da Polícia, na Avenida Ipiranga. O grupo seguiu em carreata até a residência do governador, que recebeu os manifestantes. De acordo com a versão do governo do Estado, os motoristas pediram mais segurança. O governador Tarso Genro afirmou que se reunirá com a cúpula da polícia na próxima semana e prometeu rever os procedimentos de abordagem nas barreiras policiais – os taxistas reclamam que os passageiros não são revistados quando os veículos são parados em blitze. (Cominformações da Folha de São Paulo)

    

Por outro lado, a cidade de São Paulo, vem enfrentando o mesmo drama, do inicio do ano mês janeiro e fevereiro, foram assassinados 13 taxistas, a maioria na Zona Sul. O último assassinato ocorreu na região do bairro de Pinheiros, um taxista foi vitima de passageiro “bandido” com várias facadas dentro de seu táxi. Mesmo ferido  tentou procurar socorro mais foi tarde morreu no local. Os companheiros e família, após o sepultamento foram ao Palácio do Governo pedir segurança, e foram atendidos por um de seus assessores. Que ficou de agendar uma audiência com Geraldo Alckmin governador do estado.