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Giro pelo País

Taxista é assassinado em São Paulo

 

O taxista Guilherme Ferreira, de 66 anos, foi encontrado assassinado na Região do Parque do Carmo Zona Leste da Capital no dia 10 de janeiro. Guilherme trabalhava no Ponto Metrô Artur Alvim, na zona leste, e desapareceu na noite do dia 09 de janeiro, enquanto trabalhava em seu táxi.

 

A hipótese levantada pela polícia é de latrocínio (roubo seguido de morte). O carro do taxista foi localizado somente em 12 de janeiro no Largo do Arouche, região central de São Paulo. O taxista foi espancado e executado com um tiro na nuca. Até o momento não foi feita a identificação dos assassinos.

 

Taxista é baleadoe morto na Zona Norte

 

Um taxista morreu após ser baleado durante um assalto na Avenida Inajar de Souza, zona norte de São Paulo. O crime aconteceu por volta das 20h do dia 10 de janeiro.

 

A vítima foi abordada em um semáforo por dois homens em uma moto. Os assaltantes pegaram o celular do taxista e atiraram no peito. A vítima chegou a ser socorrida para o Hospital Cachoerinha, mas não resistiu e morreu. Os bandidos não foram identificados.

 

Em Caruaru, taxista é vítima de latrocínio

 

Em Caruaru, no Agreste Pernambucano, um taxista de 59 anos foi encontrado morto na madrugada do dia 10 de janeiro. A polícia acredita que ele foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte).

 

A crueldade impressionou os policiais que atenderam a ocorrência: o criminoso passou com o carro em cima da cabeça do taxista. O veículo de trabalho do taxista era alugado, e foi levado pelos bandidos e localizado no dia seguinte ao crime. Até o momento não há suspeitos.

 

Policial Militar rouba taxista em Salvador

 

Na tarde do dia 4 de janeiro um policial militar roubou o carro de um taxista em Salvador (BA). A prisão só foi possível porque outros taxistas, ao notarem a ação, seguiram o suspeito e acionaram a polícia.

 

O PM foi preso em flagrante por furto de veículo e porte ilegal de arma, e permanece à disposição da justiça.

 

Taxista é assassinado por assaltantes em Porto Alegre

 

O taxista João da Silva Rodrigues, de 61 anos, foi morto no dia 3 de janeiro de 2014, em Porto Alegre (RS). Ele foi baleado durante assalto a um posto de combustíveis no início da manhã e, segundo testemunhas, não reagiu. 

 

 

As imagens das câmeras de segurança do posto estão com a polícia. O criminoso estava com o rosto coberto, mas a polícia já trabalha com um suspeito, que baleou outro taxista durante um assalto em dezembro. A prisão preventiva foi decretada.

 

Presidente do sindicato dos taxistas  de Porto Alegre cobra segurança

 

O presidente do Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre (Sintáxi), Luiz Nozari, cobrou providências enérgicas das autoridades policiais após diversos assaltos e mortes de taxistas na cidade.

 

Para Nozari, os taxistas são os mais expostos à criminalidade e vistos como “caixas eletrônicos” pelos bandidos, sobretudo pelos usuários de drogas em busca de dinheiro para manter o vício.
Conforme levantamento do Sintáxi, o ano de 2013 terminou com cinco latrocínios e um homicídio na categoria. Em 2012 foram três mortes e 2011 dois taxistas foram assassinados.

 

Teresina pode ficar sem táxis durante a noite devido à violência

 

Mais um taxista de Teresina (PI) foi assaltado na madrugada do dia 02 de janeiro. Na manhã seguinte ao crime, um grupo de taxistas compareceu ao 12º Distrito Policial, na Zona Leste da cidade, para registrar a queixa e cobrar das autoridades mais segurança.

 

Segundo representantes da categoria, pelo menos um taxista é assaltado diariamente em Teresina. Por isso, está em análise pelos taxistas a proposta de deixar de trabalhar durante a noite, se providências não forem tomadas.

 

Taxista é baleado em Porto Alegre e colegas protestam

 

 

Um taxista de 34 anos foi baleado na madrugada do dia 19 de dezembro em Porto Alegre (RS). Dois homens se passaram por passageiros e anunciaram o assalto no decorrer do percurso. O taxista reagiu à abordagem, foi baleado e segue internado. Os assaltantes ainda não foram identificados.

 

No dia seguinte ao crime um grupo de taxistas realizou um protesto por mais segurança, aproveitando a presença de Dilma Roussef na capital gaúcha. Os manifestantes tentaram se aproximar do prédio da presidenta, mas foram impedidos pela segurança e bloquearam outras ruas no entorno.