Poder e assistência

Cada vez mais é necessário estar em dia com as obrigações impostas pelos governos. Caso contrário, o taxista poderá ter problemas. E uma das principais faltas da categoria se refere à contribuição previdenciária. Ela é exigida para a aquisição de veículos com isenção, entre outros.


É público e notório a falta de assistência enfrentada pelo motorista de praça. Entidades que poderiam criar sistemas mais eficientes de atendimento ao trabalhador da praça praticamente não existem. As que ainda estão de pé sofrem com a falta de participação da própria categoria, envolvida em questões não menos importantes. Restam os serviços públicos.


Somos um país que está envelhecendo. E o problema é particularmente importante no Rio de Janeiro. A capital fluminense envelhece. Pesquisas indicam que os próximos cinquenta anos serão marcados pelo envelhecimento geral da população. E a administração pública deverá se preocupar em atender aos idosos. Isto só pode ser feito com recursos suficientes.


Muitas são as reclamações em relação aos impostos, a arrecadação, o custo do trabalho. Se, de um lado, é importante a criação de mecanismos capazes de evitar a fuga de recursos financeiros para a previdência social, por outro lado, não podemos negligenciar nosso dever de contribuir para a Previdência. É a nossa segurança e a de nossa família que estão em jogo.


E não é apenas a aposentadoria que é garantida pela contribuição para o INSS. Benefícios como auxílio-doença, uma espécie de seguro que não tem equivalência em outras modalidades de proteção. E é extensivo aos autônomos, como os taxistas.


O benefício é pouco, mas existe. Seria importante discutir a questão em nível adequado. Mas, para isto, é fundamental termos entidades fortes, capazes de dialogar com força e empenho junto aos Poderes Públicos.


E, por falar em entidades fortes, os taxistas do Rio de Janeiro estão prestes a escolher a nova presidência do sindicato de classe. Momento oportuno para redefinir metas e traçar uma nova realidade para a categoria. Os taxistas precisam de modo urgente de uma nova imagem capaz de enfrentar os problemas da categoria com força e empenho. Afinal, o taxista é um trabalhador importante para a cidade.

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