Primavera com cara de verão traz o medo das árvores caídas

E setembro terminou com temperaturas e chuvas acima da média. Com a estiagem prolongada e os reservatórios ainda utilizando o volume morto, agradecemos a Deus pelas chuvas, mas na cidade de São Paulo outro fenômeno assusta: as árvores caídas com as tempestades.


São Paulo precisa de verde, e cada vez mais plantar árvores é vital para a nossa sobrevivência na selva de pedras. Porém, é dever da administração pública zelar pelas árvores, e consequentemente pela vida das pessoas que circulam pela cidade.


As queixas em relação à demora no atendimento pela prefeitura, para a poda e remoção de árvores, são recorrentes. E quando chega a estação mais chuvosa do ano já temos medo de estacionar perto a uma árvore, ou mesmo andar a pé ou de carro em uma rua bastante arborizada. O que era para ser uma experiência agradável e um momento de respirar mais ar puro se transformou em receio.


São Paulo necessita de uma administração municipal que zele pelo bem estar da população, e também pela manutenção da cidade. Além das árvores que colocam em risco a vida e a propriedade de todos os cidadãos vemos o descaso com o lixo, as áreas verdes abandonadas e todos os espaços públicos mal cuidados. Triste mesmo é caminhar pelo centro e presenciar a degradação humana e material de um local antes tão belo.


Só podemos concluir que administrar a maior cidade do país não é tarefa para amadores. Não basta ser famoso, fazer parte de um partido ou ainda ter boas ideias. Na prática, São Paulo precisa de um choque de ordem, ato que poucos têm coragem para implementar. Mas, faltando um ano para as eleições municipais, precisamos pensar o que queremos para a nossa casa.

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