O ano em que a previsão econômica assusta

O ano de 2015 não foi fácil. A bomba relógio da economia brasileira finalmente explodiu, jogando aos ares as manobras realizadas para esconder do povo os sérios problemas estruturais do nosso país. Com isso, as famílias sentiram na pele a redução do poder de compras, o que causou uma diminuição do consumo, gerando demissões e contribuindo para um efeito cascata que tende a piorar.


As previsões para 2016 referente à área econômica não são animadoras. Os estudiosos afirmam que o momento é de poupar ou, no mínimo, não fazer dívidas. Aqueles que têm um emprego é melhor garanti-lo, e os desempregados precisam mostrar um diferencial para se recolocar no mercado.


A classe C, que aumentou em número no Brasil nas últimas décadas e se acostumou a certos luxos, agora precisa colocar os pés no chão e voltar a fazer as contas. Crianças estão deixando os colégios particulares para frequentar a rede pública de ensino, famílias estão cortando gastos com planos de saúde e se colocando nas mãos do SUS (Sistema Único de Saúde), diversão no cinema, teatro e restaurantes estão sendo trocadas por momentos em frente à TV, mesmo com a redução dos assinantes de TV a cabo.


Para os taxistas a Prefeitura de São Paulo já adiantou que não há previsão de aumento de tarifas para esse ano. Mesmo com inúmeras exigências, como a obrigatoriedade de aceitar cartões nos táxis, trajes e afins, não haverá uma contrapartida para a categoria. Resumindo, em época de vacas magras, é hora de apertar o cinto e viver da melhor forma possível.

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