Quem é contra os táxis transitar nos corredores de ônibus e faixas

O fim do ano se aproxima com muita insegurança para os taxistas. Além da questão dos alvarás surge outro problema para a classe: o risco de perder o direito de transitar pelos corredores de ônibus, além da proibição já existente de utilizar as faixas. O poder público não está levando em consideração a prestação de serviço destes profissionais, que transportam diariamente cerca de 500 mil passageiros.


A política do Secretário Municipal dos Transportes, Jilmar Tatto, criando faixas exclusivas em todas as ruas e avenidas onde há linhas de ônibus está completamente errada, e prejudica a administração do Prefeito Haddad. As faixas causam um verdadeiro caos no trânsito por falta de planejamento.


Quando questionado sobre o serviço de táxi, o Secretário Jilmar Tatto se posiciona contra em todas as suas declarações. Certamente essa não é a política do prefeito, que declarou ao site UOL que ainda não há uma proibição dos táxis nos corredores. Não se pode governar para uma minoria e sim para todos. E isso o povo da cidade não está vendo, porque quem está sendo defendido não representa a opinião de todos.


O senhor Jilmar Tatto, quando deputado, sempre se colocou a disposição desta categoria, mas como secretário adotou uma política totalmente contrária. Iniciou sua gestão proibindo os táxis nas faixas e deixando a classe em situação difícil, sem alternativa para embarcar e desembarcar o passageiro.


O secretário criou uma rivalidade entre o taxista e o motorista de ônibus na cidade. Já presenciamos ônibus que por pouco não empurrou um táxi que estava desembarcando uma passageira. Os táxis não atrapalham o coletivo quando transitam nos corredores porque não param para o passageiro nesses locais. A frota de táxi da cidade deveria ser estimulada para contribuir com a melhoria do trânsito, com incentivos, a exemplo dos ônibus.


É lamentável que um executivo, que também é legislativo, pense desta forma. Tudo o que é implantado no município necessita de planejamento. A decisão de levar o assunto ao Ministério Público é uma forma de dizer que a palavra final não é sua. Senhor Secretário, o Ministério Público tem tantas outras coisas para se preocupar, e com certeza não se colocaria contra o serviço de táxi desta cidade, que serve 500 mil passageiros todos os dias.

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