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Editorial - Diante da crise

A prisão do ex-governador Sérgio Cabral, motivada por atos relacionados à economia do Estado do Rio de Janeiro, mostra que a crise político-econômica em que mergulhamos ainda está longe de acabar.


Com isso, somos prejudicados. Como o dito popular ressalta, a corda acaba arrebentando no lado mais fraco. E esta situação está penalizando o povo brasileiro, em meio a dificuldades cada vez mais crescentes.


O cenário contribui para o enfraquecimento da atividade econômica. O taxista também sente os efeitos. O Setor Público é um importante mercado para o motorista de táxi. Quando os funcionários públicos deixam de receber pelo trabalho, a economia do Estado.


A falta de dinheiro na praça impede a realização de novas corridas. O taxista tem que trabalhar por mais horas. Os veículos ficam cada vez mais desgastados. O resultado é o que estamos vendo e sentindo na pele.


O quadro exige criatividade. É o que os taxistas da Táxi Nosso estão fazendo. Ao invés de gastar horas de reclamações, criaram o próprio caminho, seguindo as ideias dos taxistas da Play táxi, da UniTáxi, entre outros. A criação de aplicativos próprios pode ser a saída contra a concorrência ilegal.


Mas tal iniciativa deve ser acompanhada de mudança de hábitos. O foco hoje é o cliente. O passageiro tem que sentir a qualidade do serviço prestado.


É fato que a maioria dos taxistas atende bem aos seus passageiros. Mas esta prática deve ser divulgada. Os passageiros clientes devem perceber os bons séricos prestados pela categoria. Os grupos de taxistas devem ter em mente a necessidade de ampliar a divulgação da categoria.
Muitas são as mensagens negativas enviadas à população contra a imagem do taxista. Se acontece um caso ruim, rapidamente a notícia se espalha e influencia a opinião pública.


Os casos positivos recebem pojuca atenção. Quantas vezes um taxista ajudou de alguma forma uma pessoa? Mas este fato recebe pouca atenção.


É hora dos taxistas falarem mais à população sobre suas qualidades. O profissional tem que se valorizar por intermédio de suas próprias atitudes. Deste modo, o respeito crescerá de modo automático.


É hora de muita atenção. Não podemos deixar de lado a Política. Os fatos relacionados a Cabral, a Garotinho, estão longe de terminar. E com isso, a crise econômica.

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