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Assassinatos e prejuízos rondam a vida de motoristas do UBER

Empresa admite pessoas proibidas de atuar profissionalmente no transporte


Motoristas que dirigem para aplicativos como o Uber começam a ter prejuízos. A concorrência em excesso, baixo rendimento e insegurança transformam o ‘bico’ em uma atividade pouco lucrativa.
Um deles é o policial militar de São Paulo que matou três assaltantes. O PM dirigia para o aplicativo em um momento de folga. O fato fere o Código Disciplinar. Policiais são proibidos de ter outra atividade.


Em 2015, o site BuzzFeed News conseguiu dados internos do Uber que revelam milhares de reclamações. Um ex-funcionário da empresa divulgou que há inúmeros casos de abuso sexual, estupro e ocorrências negativas para passageiros.


A Uber desmente a quantidade, mas confirma que há casos. A empresa divulga que oferece segurança e conforto, mas admite pessoas que não devem estar no sistema de transportes, como o policial militar.


No Rio, o sargento do Exército Leandro Pereira, de 36 anos, trabalhava como motorista de Uber nas horas vagas para complementar o sustento de sua família. Foi assassinado quando atendia chamado sem seu carro na Penha.


Leandro servia no 25º Batalhão de Infantaria Paraquedista, na Zona Oeste. A principal linha de investigação é tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte).


Sorte melhor teve o soldado da Polícia Militar Paulo Cosme Bonaço Fernandes, de 34 anos. Ele levou um tiro de raspão no braço após entrar na comunidade Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, dirigindo para o Uber. Ele foi levado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, e está fora de perigo.

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