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Fundada em 1968, a Rodagás é a responsável por popularizar o Gás Natural no Brasil
O italiano Sérgio Domenico Bertoletti ficou chocado ao chegar ao Brasil de navio no Porto de Santos: nosso país queimava e desperdiçava gás natural, combustível que era muito utilizado na Europa desde a época da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Enxergando o potencial energético e o mercado consumidor em expansão, Sérgio trouxe da Itália a tecnologia dos motores movidos à GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), fundando a primeira empresa do gênero em toda a América Latina, a Rodagás.
Na década de 70 Sérgio foi à Brasília convencer os políticos de que o gás natural poderia ser aproveitado na indústria automotiva. Depois de muita luta, conseguiu provar a eficiência do GNV (Gás Natural Veicular) e investiu no projeto, fabricação e comercialização de equipamentos para a expansão deste mercado.
Atualmente a Rodagás é dirigida pela filha de seu fundador, Angela Piguini, que deseja manter o mesmo tom empreendedor e pioneiro de seu pai, investindo em tecnologia para oferecer o que há de melhor no segmento de gás natural. “A busca por novas tecnologias, equipamentos de ponta, um bom atendimento. Queremos sempre estar um passo à frente dos melhores do mundo”, afirmou Angela.
Com a tecnologia presente em seus produtos, a Rodagás fabrica peças que são utilizadas pela montadora Fiat para a fabricação dos modelos Siena e Gran Siena Tetra Fuel, que já saem de fábrica com GNV. Para o consumidor final a empresa mantém uma oficina especializada em instalação e manutenção de GNV, atendendo todas as marcas. “Nós queremos fazer essa tecnologia mais acessível ao consumidor final, barateando custos e oferecendo condições especiais de pagamento”, afirmou Angela.
Taxista: reduza o custo de seu km rodado com gás natural
Comparativamente o GNV apresenta uma economia de 61,1% em relação à gasolina, e 59% em relação ao etanol*. Um litro de álcool custa, em média, R$ 2, para rodar no máximo sete quilômetros. Isso significa que cada quilômetro rodado no álcool custa R$ 0,35.
Já um litro de gasolina está, na maioria dos postos, R$ 3, e é possível rodar de 9 a 10 quilômetros com um litro. Ou seja, a cada quilômetro rodado, com ou sem passageiro, o taxista gasta em média R$ 0,30.
O GNV, que está custando R$ 1,69 por m³, roda no mínimo 13 quilômetros por metro. Com isso, o custo por cada quilômetro rodado é de aproximadamente R$ 0,13.
Segundo Maximiliano Luiz Nasser, da Rodagás, o taxista precisa ficar atento com as ofertas de conversões oferecidas pelo mercado. “Se não forem utilizados componentes compatíveis com a tecnologia atual dos veículos, além de problemas o consumo de GNV será alto”. A terceirização do serviço por algumas concessionárias também deve ser evitada. “O correto é adquirir o veículo e levá-lo a uma convertedora de confiança” afirmou Nasser.
Considerando a média de gasto diário de gasolina de 30 litros, o proprietário de veículo irá ter um gasto de R$ 88 ao dia. Com o uso de 35 litros de álcool o custo diário fica em R$ 67. Já com gás natural, com média de consumo de 15 metros cúbicos por dia, o custo é reduzido para R$ 25. Comparando o GNV com a gasolina, o taxista irá economizar R$ 63 todos os dias, e com o álcool, a economia diária será de R$ 42.
Ao final de um mês com 26 dias trabalhados, o taxista que utilizar GNV fará uma economia de R$ 1.134 em relação ao álcool e R$ 1.700 à gasolina. Esses valores são suficientes para pagar uma prestação de carro ou ainda para adquirir o kit GNV financiado.
Taxista agende sua instalação de GNV na Rodagás: Pagamento em 10 vezes no cartão de crédito
Financiamento em até 24 vezes
Sistema leva e trás
* Segundo dados da Comgás.
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