Erros e acertos diante de um novo ano

Passado o mês do carnaval, o Rio de Janeiro fica na expectativa das Olimpíadas em ano eleitoral. Uma mistura explosiva. As críticas quanto a detalhes prometidos – como a despoluição da lagoa Rodrigo de Freitas – colocam no centro das atenções a classe política brasileira, já tão abalada com os escândalos dos últimos anos.


E para complicar a situação, enfrentamos dificuldades econômico-financeiras graves. Este ano deveria ser de ganhos para setores ligados ao Turismo e à vida da cidade de um modo geral.


Mas não podemos nos deixar abater. São nesses momentos em que temos que mostrar o que realmente somos capazes. Enfrentar a tentativa de desregulamentação de um setor como o de táxis requer força. Mas não é só neste setor que enfrentamos dificuldades. Temos os problemas de saúde pública, a violência, a escolaridade em baixa, enfim, um momento de atenção plena.


Paralelo às dificuldades, notamos o surgimento de novos grupos na Economia brasileira. Está havendo uma, digamos, arrumação no cenário. Este mês, o anúncio de que o setor público teve superávit em janeiro de vinte e sete bilhões de reais dá uma certa esperança de melhora, apesar da crise contínua nos estados.


A crise faz com que mudemos hábitos. Muitos taxistas estão adotando novos procedimentos de atendimento ao público. Alguns deles já tratavam os passageiros como clientes. Mas a concorrência desleal e sem ser combatida devidamente, aliada à desinformação provocada na população faz com que o taxista se mexa para novos caminhos.


A saúde Pública apresenta situações a serem vencidas. Doenças como dengue, zika e outras desafiam a capacidade dos governos em vencer os problemas. Cenário preocupante em um momento em que esperamos um grande número de turistass estrangeiros para os próximos meses.


Vivemos momentos de incerteza e dúvida. E tudo passa pela definição política. É neste campo em que a situação pode ser direcionada para outro rumo. Precisamos tomar posição desde já. Os candidatos já se apresentam e, certamente, os erros cometidos por parte da classe política, tão anunciados nos últimos meses, virarão história.


É o momento da redefinirmos o Brasil. E isto só é possível com muito trabalho e positividade. Vivemos os melhores momentos deste país, em que questionamos a nós mesmos, nossos hábitos, nossos erros e acertos. A classe política é o reflexo do povo que a alimenta. Chegou a hora de alimentarmos os parlamentos com pessoas trabalhadoras e preocupadas com a sociedade brasileira.

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