Começo de ano difícil com tantos aumentos

E 2015 começou assim: aumento dos combustíveis, da energia elétrica, do crédito pessoal, do transporte coletivo, taxa de juros e financiamento imobiliário. Nos próximos meses também subirão os impostos sobre os produtos importados e cosméticos. Por enquanto é isso.


Em ano de eleição, os preços foram praticamente congelados para não correr o risco de se perder votos, e também para não mostrar a verdadeira crise econômica que estava sobre o Brasil. Agora, não deu mais para segurar, e a bomba está explodindo em várias áreas, fazendo os trabalhadores como vítimas.


O comércio ameaça demissões, já que as vendas estão baixas e devem cair ainda mais. A indústria já estuda um plano para driblar a fraca economia e também a escassez de recursos básicos, como água e energia elétrica. E mais uma vez os assalariados pagam a conta.


Não vamos ser pessimistas, mas a realidade é que 2015 se mostra como um ano difícil. Para os taxistas, o aumento de 9,8% nas tarifas foi praticamente engolido pelas altas recém anunciadas. Mesmo que o combustível usado em seu carro não seja a gasolina, todos os produtos que consumimos dependem do transporte rodoviário, e uma alta nos postos representa um aumento em larga escala.


Além disso, manter uma família está mais caro. A inflação de janeiro ficou em 1,24%, a mais alta desde fevereiro de 2003. É difícil ainda imaginar que as famílias têm despesas extras no começo do ano, como material escolar, IPVA, IPTU e o lazer das férias.


O Brasil já passou por momentos difíceis, e esse é mais um deles. Agora precisamos manter o foco em nossas finanças pessoais, já que o momento não permite extrapolar nas contas. Um planejamento, em conjunto com a família, também é interessante, para um corte de despesas e uma poupança para os imprevistos. E, no mais, vamos aguardar.

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