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Gasolina ficará, em média, R$ 0,22 mais cara
Os postos de combustíveis irão repassar integralmente o aumento dos impostos para o consumidor final. A tributação sobre os combustíveis sofreu aumento em 1º de fevereiro, e o impacto será um acréscimo de, em média, R$ 0,22 por litro de gasolina e de R$ 0,15 para o diesel. O governo espera arrecadar R$ 12,18 bilhões com a medida em 2015.
O Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciou em 19 de janeiro o aumento das alíquotas do PIS, COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) e da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre os combustíveis. Imediatamente a Petrobrás avisou que iria repassar o aumento para as refinarias, afetando o consumidor.
Com o aumento dos combustíveis há um efeito cascata no preço de diversos outros produtos, pois a circulação de mercadorias de qualquer espécie no país depende do transporte rodoviário. Para os taxistas, que têm no carro o seu instrumento de trabalho, o impacto é ainda maior.
A gasolina vendida no Brasil é quase 70% mais cara do que no mercado internacional. Aqui o diesel custa 53% a mais também. Metade do preço da gasolina brasileira é reflexo da carga tributária. Já nos Estados Unidos o imposto é de 15%, e na Europa de 65%. Mas, mesmo com a carga pesada de impostos, o combustível europeu consegue ser mais barato do que o brasileiro.
Além do aumento dos impostos dos combustíveis, o PIS e a COFINS sobre as importações subiram de 9,25% para 11,75%. Já o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) dobrou, e passou de 1,5% para 3%, além de 0,38% na abertura de crédito, encarecendo os empréstimos pessoais.
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