A insegurança geral, diária e irrestrita

Há como viver com segurança em uma grande cidade como São Paulo? Até um tempo atrás se podia dizer que sim, desde que se investisse em sistemas sofisticados de segurança, monitoramento e blindagem. Mas hoje, em que lugar, podemos nos sentir verdadeiramente seguros?


Os prédios eram tidos como saídas em um passado recente. Famílias deixaram os quintais e migraram para as diminutas áreas de serviço em busca de tranqüilidade e paz. Porém, diariamente vemos quadrilhas especializadas em roubos de condomínios sendo desmanteladas, e outras ainda em fuga, e com isso a segurança se esvai...


Casas de alto padrão, separadas do resto da humanidade por cancelas, rondas, cercas elétricas e afins também não foram capazes de frear o absurdo surto de violência que toma conta de nossa cidade. Bairros ricos são violentados com arrastões e assaltos em série, que tem hora e lugar marcados, mas não são evitados.


E o que falar do trânsito? Além da violência das colisões e atropelamentos, que fazem vítimas inocentes, há ainda as diversas modalidades de assaltos a motoristas. Tem pra todos os gostos: assaltos com motos, a pé no trânsito parado, no estilo arrastão, menores armados nos faróis, e por aí vai.


Isso tudo sem falar nos crimes que estamos sujeitos quando vamos simplesmente comprar um pão na padaria, fazer compras no supermercado, ir ao banco (nossa, e as saidinhas!), ou andar à pé pela cidade em uma noite enluarada. Pois é, nem os namorados podem mais ficar sentados nos bancos das praças.


Dá medo imaginar nossa sociedade daqui a alguns anos. Será que viveremos como em um daqueles filmes em um futuro distópico, onde tudo o que prezamos e tínhamos orgulho deixou de existir? Na verdade, temos que pensar ainda há tempo. E a mudança precisa começar em casa.


É dentro de um lar que as relações precisam ser construídas e alicerçadas, em bases de respeito e amor. E isso passa pelos casais, pais e filhos, netos e avós... Crianças bem criadas se tornarão adultos responsáveis, seguros, que poderão mudar os rumos de nosso país.


Acho que a esperança é por aí...

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