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Senhor, sei que tenho orado pouco
Devido a minha profissão
Sou taxista, profissional do volante
Por isso minha vida entrego em suas mãos
Quando alguém me dá sinal
Tenho que levar para manter a sobrevivência
Às vezes pode ser um grande risco
Porque tem muita violência
Para honrar os compromissos
Trabalho treze horas por dia
Com chuva, sol, farol e buraco
Tem que ser na correria
Vou lotado, volto vazio
No retorno não é sempre que pego
Onde estiver volto para o ponto
Tudo é verdade e não nego
Chega a noite, é muito o cansaço
Para quem trabalhou o dia todo
Foi mais um dia de aventuras
Amanha começara tudo de novo
É assim todo o dias
Difícil mudar essa rotina
O perigo sempre nos rodeia
Mas, tenho a proteção divina.
Ari Lopes da Fonseca
Taxista, trabalha em um ponto na Avenida Jaceguai há 35 anos.
Autor do livro “Poemas Verdades da Vida”, já prepara
o lançamento de seu segundo livro de poesias.
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