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Carros de passeio continuam em ação na Rodoviária Novo Rio

Central 1746 recebe denúncias contra a atuação de táxi pirata

na capital fluminense

           

A Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro já tirou de circulação 96 veículos particulares executando transporte de passageiro sem a devida autorização – o táxi fantasma. Apesar da iniciativa, falsos taxistas continuam agindo nos principais pontos da capital fluminense, como na Rodoviária Novo Rio, onde um deles foi flagrado atuando no ponto de desembarque, a poucos metros de uma fiscalização policial.

           

Os falsos taxistas se aproveitam do desconhecimento da população que chega na Rodoviária Novo Rio. Por ali circulam 50 mil pessoas diariamente em dias comuns. Durante os finais de semana e feriados, este número dobra. Situação excelente para a atuação dos falsos taxistas que, aos gritos, oferecem serviço no saguão do recinto sem qualquer interferência.

           

A prefeitura do Rio mantém uma central de atendimento através do número 1746. A população tem denunciado esses carros na porta de hotéis e supermercados. A operação Táxi Fantasma é permanente. Os veículos apreendidos são conduzidos para a delegacia.

           

Várias operações foram realizadas nas imediações da rodoviária. Mas o problema está longe de ser solucionado. Medidas na esfera legislativa também foram implantadas. Veículos apreendidos por transporte ilegal de passageiros podem ser desemplacados. Seus motoristas também sofrem punições. Mas nada disso intimida o pirata. Ao desembarcar no Rio, os passageiros se defrontam com um verdadeiro leilão de passagens fornecidas pelos piratas, que sempre cobram no 'tiro'.

           

Durante a Jornada Mundial da Juventude, no Rio, o Ministério dos Transportes chegou a realizar uma campanha para alertar quanto ao risco de viajar em um transporte pirata. Uma das peças publicitárias da campanha explica que o fornecedor do serviço pode não cumprir o contrato e simplesmente desaparecer. Como não há exigência das certidões criminais dos motoristas, uma pessoa criminosa pode estar ao volante.

           

A Zona Norte da cidade é a mais afetada por táxis irregulares. Uma Operação Táxi Fantasma foi promovida pela SMTR e o alvo era o transporte irregular na porta de supermercados e hotéis por meio de veículos descaracterizados e com placas de carro de passeio.

           

O governo brasileiro iniciou nova campanha, desta vez, contra a pirataria no transporte intermunicipal de passageiros. Os ministérios das Cidades e dos Transportes revelam que a maioria dos acidentes nas estradas envolvem os veículos piratas. Eles não seguem as regras e por isso se acidentam bastante. A mensagem dos ministérios alerta: “Quem viaja em pirata pode ficar no meio do caminho”.

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