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Governo perde o controle do país e o povo toma conta

Milhões de brasileiros foram às ruas protestar contra a política do governo do PT de Dilma Rousseff. Além da tarifa de ônibus mais baixa, os manifestantes também pedem o fim da corrupção, a melhoria da saúde, dos transportes, da segurança e tantas outras reivindicações.

É um movimento sem participação de partidos políticos, como ocorreu há anos. O país passa por uma situação jamais vista. Protestos de norte a sul, levando às ruas uma grande parcela da juventude, que deu seu voto pela primeira vez, como adultos e crianças. Em meio aos protestos, apareceram vândalos quebrando tudo, colocando fogo em patrimônio público, além de arrebentarem portas de lojas e saquearem tudo o que encontravam à sua frente.

Com menos gente nas ruas, os movimentos organizados pelo Partido dos Trabalhadores (PT), conseguiram levar o ex-presidente Collor ao impeachment (afastado do mandato). O governo perdeu o controle da governabilidade, agora é o povo que manda. Faixas e cartazes apareciam por todos os lados exigindo mudança e o fim do dinheiro público gasto pelo governo federal com a Copa das Confederações.

Em algumas das faixas apareciam frases como: “Queremos um Brasil melhor” e “Fora Dilma”. Alguns partidos políticos tentaram pegar carona no movimento levantando suas bandeiras, mais isso não foi aceito pelos manifestantes, que agiram com rigor, tomando e colocando fogo. Enquanto o governo gasta milhões com propagandas nas redes de televisão, inclusive, usando até os canais a cabo, o povo está morrendo nas filas dos hospitais, porque falta tudo: médicos, leitos, medicamentos e condições adequadas.

O dinheiro do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) recolhido das empresas de trabalhadores está indo pelo ralo. Há anos, o INSS funcionava muito bem com posto de atendimento em todos os bairros das capitais, grandes e pequenas cidades, com os melhores médicos. Hoje é uma pasta sucateada, que foi criada a favor do povo.

Uma minoria dos brasileiros tem condições de pagar um plano de saúde, um serviço que mesmo pago também está caminhando para o atendimento precário. O clamor de muitas famílias nos meios de comunicações levou o povo às ruas.

Um governo que transferiu o seu pode para o povo, nada mais pode aumentar, porque no dia seguinte o protesto estará nas ruas. Não foi o aumento da tarifa de ônibus, mas sim toda uma insatisfação com a política do governo, que tenta driblar qualquer proposta da oposição, buscando para o seu lado aqueles partidos que legislam em casa própria, fazendo dos ministérios um verdadeiro cabide de emprego.

O último partido que passou a fazer parte foi o PSD do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que tem uma grande bancada de deputados federal e estadual, sem um voto do povo. Para acomodar, o governo criou um novo Ministério, que custou  aos cofres públicos R$ 9.000.000,00, e assim evitou qualquer corrente contra.

Por não ter apoio dos parlamentares que receberam voto do povo para representá-los junto ao Legislativo em todas as esferas brasileiras. O povo se reuniu e decidiu fazer uma oposição forte ao governo. Dizendo em suas faixas e cartazes “Quem manda hoje somos nós e mais ninguém”.

Como o país tem mais 200 milhões de habitantes, o povo espera por parte do governo uma solução de paz e que a situação volte à normalidade. São incalculáveis os prejuízos causados pelos protestos ao País.    

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